Subsidio Doutrinario Para Escola Biblica Dominical Pela Cpad

Elias e os profetas de Baal


Lições Bíblicas - 1º Trimestre de 2013

Lição 4

introdução
 
Elias depois de transmitir a mensagem a Acabe, retirou-se, conforme a palavra de YAHWEH, para um lugar alto junto ao ribeiro de Querite, além do Jordão, onde foi alimentado por corvos. Quando o ribeiro secou, YAHWEH o envia a uma viúva em Sarepta, cidade de Sidom, cujas provisões já eram escassas porém, viu o Deus de Israel provê alimentado para ela, seu filho e o profeta, que permaneceu com ela durante dois anos. Neste período de tempo, o filho da viúva morreu e foi ressuscitado por Elias (1Rs 17.2-24). Ao fim desse período de retiro, Elias encontrou-se com Obadias, o intendente do palácio de Acabe, a quem o rei enviara à procura de pastagens para os animais e que Elias enviou de volta ao seu senhor para que lhe dissesse que ele estava ali. Acabe não demora em encontrar-se com Elias e acusa-o de ser o perturbador de Israel. Elias desafia-o, então, que se oferecessem sacrifícios públicos, com o objetivo de se determinar quem era o verdadeiro Deus. O monte Carmelo foi o palco onde o povo caiu sobre o seu rosto, chorando: “Só o Senhor é Deus! Só o Senhor é Deus!” Elias conclui dessa forma o seu importantíssimo ministério, restabelecendo o culto monoteísta de YAHWEH. O profeta ainda ordena a morte de todos os profetas de Baal (dono, senhor, marido, deus da água, do fogo, da fertilidade), nenhum deles escapou. Então, imediatamente os céus se abriram e a chuva caiu sobre a terra, de acordo com a palavra proferida por Elias e em resposta à sua oração (Tg 5.18). Hoje, estudaremos como o profeta Elias foi usado pelo Senhor para confrontar os falsos profetas com seus falsos deuses, fazendo com que o povo de Deus abandonasse a falsa adoração. Elias estava entre os maiores profetas bíblicos. Quando a nação de Israel mergulhou em sua mais profunda degradação, Elias foi o instrumento de Deus para desafiar o povo inconstante a retornar. Sua tarefa foi tremenda! Seus inimigos eram poderosos. O povo era ignorante e vacilante. No meio da terrível confusão religiosa do reinado de Acabe, Elias tentou realizar um renascimento espiritual muito necessário. Consideremos como os desafios que ele fez a Israel precisariam ser ouvidos nos dias de hoje. Tenham todos uma excelente e abençoada aula!
 
I. CONFRONTANDO OS FALSOS DEUSES
 
1. Conhecendo o falso deus Baal. Elias propôs um desafio não apenas à Baal, mas também à Aserá (também conhecido como Astarte, Asterote, árvore da vida, poste-ídolo, esposa de Baal, deusa da feritlidade, mãe, esposa de Baal), sua consorte, as duas divindades cananéias importadas naquela época, as quais descreveremos agora. O termo hebraico (בַּעַל) “Baal”, na sua origem, significava “senhor”, ou “possuidor”, mas posteriormente empregava-se para mostrar a relação do homem para com sua mulher, ou da divindade para com o seu adorador. Baal era filho de Dagon. Adorado como o deus da natureza. Alguns mitos descrevem a sua batalha contra a morte, a esterilidade e as inundações. Muitas vezes Baal significa simplesmente divindade e não necessariamente um nome próprio. De fato encontramos, muitas vezes, um adjetivo que qualifica o substantivo: Baal-berith (senhor da aliança); Belzebu (senhor das moscas), etc. Quando os israelitas entraram em Canaã, notaram que cada trecho da terra tinha sua própria divindade. Dessa forma, constatamos o relato de vários Baais, cuja forma plural foi traduzido por Baalins (1Rs 18.18). Na maioria das vezes, o sobrenome da divindade variava de acordo com a localidade. Um exemplo disso é Baal-Peor, divindade de uma área correspondente a uma montanha na região ao norte do Mar Morto e defronte de Jericó (Nm 25.3).
2. Identificando a falsa divindade Aserá. Asera, Astarte ou Astarote são três termos correlatos que tratam da deusa-mãe com aspectos de deusa da fertilidade, do amor e da guerra, conhecida dos israelitas por meio dos cananeus (1Rs 11.5). Os israelitas adotaram a adoração a Astarote juntamente com a adoração a Baal logo após chegarem à terra prometida (Jz 2.13). Era uma adoração comum no tempo de Samuel (1Sm 7.3,4; 12.10), tendo recebido sanção real por parte de Salomão (1Rs 11.5). Outra expressão correspondente a Asera é “poste-ídolo”. O Antigo Testamento se refere algumas vezes ao poste-ídolo como uma deusa (2Rs 23.4 – Almeida Revista e Atualizada), interessante que a NVI (Nova Versão Internacional) traduz essa mesma expressão por “Aserá”, o poste-ídolo também é usado acerca de uma imagem feita para essa deusa (1Rs 15.13 – Almeida Revista e Atualizada). Em hebraico, transliterado, temos Ashtoreth (em ugarítico ‘Attart e em acádico As-tar-tu). Era adorada sobretudo na região do atual Líbano (Tiro, Sidom e Biblos), pelos cananeus (1Rs 11.5), mas também em Malta, Sardenha, Sicília, Chipre e Egito. No mundo latino foi identificada com Vêneris; no Egito com Ísidis. Em época helenística foi identificada com Afrodite ou com a deusa Síria. Tinha como símbolos o leão, o cavalo, a esfinge e a pomba. Era a deusa da fertilidade, do amor e da guerra. Aparece diversas vezes no Antigo Testamento e o vocábulo hebraico usado reconduz ao termo hebraico “vergonha”, mostrando o juízo negativo do povo hebreu em relação ao culto dessa deusa.
II. CONFRONTANDO OS FALSOS PROFETAS
 
1. Profetizavam sob encomenda. ‘Mas o que é espiritual discerne bem tudo… comparando as coisas espirituais com as espirituais’ (1Co 2.15,13). Aqueles profetas de Baal, sustentados pelo estado, tinham como propósito agradar o rei em tudo. Eram profetas sim, contudo, profetas de uma falsa divindade. Mas não nos é estranho encontrarmos profetas do Deus Único que em nada diferem daqueles que cercavam a mesa de Acabe. No dizer de Paulo, estes tais serão discernidos pelos espirituais! Nos dias de Jesus existiam ministros que ‘exteriormente pareciam justos aos homens’ (Mt 23.28). Mas interiormente eles estavam cheios de hipocrisia e iniquidade. Sua aparência era enganadora até que os verdadeiros motivos fossem expostos pela luz da Palavra viva de Deus. Jesus comparou seus corações ao solo ruim que produzia frutos pecaminosos (Mt 13.1-23; 15.17-20)”. Claro está que temos a obrigação de julgar os profetas pelos seus frutos, isto também fica claro nos escritos de Paulo e João (1Ts 5.21; 1Jo 4.1; 1Co 14.29).
2. Eram mais numerosos. O relato Bíblico afirma que os profetas de Baal eram 450, e os profetas de Aserá eram 400 (1Rs 18.19), ampla maioria se comparado ao único profeta de YAHWEH nesse desafio do monte Carmelo. Apesar dessa maioria numérica no Carmelo, estes oitocentos e cinquenta profetas ficaram confundidos e envergonhados, pois somente o Deus de Elias respondeu com fogo e dissipou toda dúvida do coração do povo (1Rs 18.38,39). Não se pode esquecer que, Elias não estava só enquanto servo de YAHWEH, ainda havia sete mil que não se corromperam com o falso deus cananeu.
 III. CONFRONTANDO A FALSA ADORAÇÃO
 
1. Em que ela imita a verdadeira. O dicionário Aurélio define adoração como culto a uma divindade; culto, reverência e veneração. O mesmo dicionário define o verbo adorar como render culto a (divindade); reverenciar, venerar. As palavras que definem adoração, no Velho Testamento, significam ajoelhar-se, prostrar-se (#7812, Strongs), como em Êx 20.5. As palavras que definem adoração, no Novo Testamento, significam beijar a mão de alguém, para mostrar reverência; ajoelhar ou prostrar-se para mostrar culto ou submissão, respeito ou súplica (#4352, Strongs), como em Mt 4.10 e Jo 4.24. Adoração então é uma atitude de extremo respeito, inclusive ao divino, que se expressa com ações singulares de reverência e culto. Qual é a adoração que Deus realmente espera de nós? Qual é o som e a canção que Ele verdadeiramente espera de nós? Será que nossos dons e talentos fazem algum barulho no trono de Deus? Será que Ele consegue ouvir canções e vozes lindas, mas corações ocos e vazios? Qual é o verdadeiro som que ecoa no céu? João Calvino chamou, de maneira apropriada, o coração humano de “uma fábrica de idolatria”, querendo dizer que a adoração fiel não acontece naturalmente nos seres humanos caídos. Pecadores se tornam idólatras porque Deus plantou tão profundamente a necessidade dEle mesmo nos corações humanos, que quando não conhecemos ao Deus verdadeiro, inventamos falsos deuses, falsa religião e falsa adoração. Deus adverte contra tal adoração idólatra no primeiro mandamento: “Não terás outros deuses diante de mim”. A adoração idólatra de falsos deuses é condenada por toda a Bíblia.[c]
2. No que ela se diferencia da verdadeira. Seria um engano severo achar que toda e qualquer expressão verdadeira de adoração é oriunda do homem. Do homem não pode emanar a verdade pura. O homem possui um coração enganoso e uma mente limitada (Jr 17.9; Is 55.8,9). Essas duas coisas geram um erro que não é percebido facilmente pelo homem, especialmente quando a maioria ao seu redor está envolvida no erro (2Tm 4.3,4). Não é sabedoria colocar base de sustentação naquilo que é enganoso e limitado. Devemos usar o que é firme e eterno. Se essa sustentação não vem do homem, tem que vir do que não é contaminado pelo homem. Somente a Bíblia, por ser dada pela inspiração do Espírito Santo, é a base firme para estipular o que é a adoração verdadeira. Se a Bíblia por escrito for a base; ela será a base “mui firme” (2Pe 1.19; Hb 4.12). Se as Escrituras Sagradas forem a nossa única regra de fé e prática, então tudo o que não concorda com elas será julgado como falso (Is 8.20). Não é válido estipular uma parte exclusiva da Palavra de Deus para a nossa sustentação do que é adoração verdadeira, pois “Toda a Escritura é inspirada e proveitosa” (2Tm 3.16; Rm 15.4). Por ser a Bíblia completamente dada por Deus, é ela que define para nós o que é a adoração verdadeira. Todos os cristãos precisam cultivar uma vida com Deus que está em crescimento e desenvolvimento. Se não estivermos crescendo, estagnaremos ou morreremos. A adoração coorporativa, oficial, do povo de Deus é um meio crucial e essencial que Deus deu para nos ajudar a crescer. Pense sobre as palavras de Hebreus 10.19-22: “Tendo pois, irmãos, ousadia para entrarmos no santíssimo lugar, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos inaugurou, através do véu, isto é, da sua carne, e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé; tendo o coração purificado da má consciência, e o corpo lavado com água limpa.” Esta passagem chama os cristãos para se achegarem a Deus através de Cristo, visto que, mesmo como cristãos, experimentamos uma distância entre nós mesmos e Deus, que somente a obra de Cristo pode superar. Precisamos nos achegar a Ele pessoalmente e individualmente em devoção, meditação e oração; mas nós também precisamos nos achegar a Ele, encontrando-O na comunhão do Seu povo, onde Deus promete estar especialmente presente (Mt 18.20). Nos encontramos com Deus quando o povo de Deus se reúne junto, ora junto, canta junto, e ouve a Sua palavra junto. O Cristianismo é uma religião na qual indivíduos se tornam uma parte integral do corpo de Cristo. Não somos simplesmente uma associação de indivíduos, mas estamos organicamente unidos uns aos outros (1Co 12.12-27; Ef 1.22-23). Expressamos que somos o corpo de Cristo, especialmente quando encontramos a Deus juntos em adoração pública.
 IV. CONFRONTANDO O SINCRETISMO RELIGIOSO ESTATAL
 
1. O perigo do sincretismo religioso. Precisamos ouvir o convite da Escritura para promover a adoração santa e fugir da idolatria. Mas a adoração de falsos deuses não é somente o único tipo de idolatria condenada na Bíblia. O segundo mandamento nos ensina que a idolatria não é somente uma questão de adorar falsos deuses, que é proibido no primeiro mandamento. É também uma questão de adorar o verdadeiro Deus falsamente. O segundo mandamento diz, “Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos” (Êx 20.4-6). Este mandamento claramente proíbe o uso de imagens de Deus na adoração, mas também implicitamente proíbe toda invenção humana na adoração. A proibição contra imagens significa que devemos adorar o verdadeiro Deus somente nas formas que Lhe agrada. O povo de Israel reivindicou que eles estavam adorando o Senhor como o verdadeiro Deus quando eles fabricaram o bezerro de ouro. Eles consideravam a imagem como Jeová (Êx 32.5-6). Mas tal falsa adoração ofendeu a Deus e trouxe julgamento sobre o povo. A história do bezerro de ouro nos lembra que o próprio povo de Deus pode cair em idolatria em sua adoração dEle. Podemos querer ser criativos e originais na adoração, mas essa criatividade pode conduzir à idolatria. Repetidamente no Antigo Testamento, Deus julgou Seu povo por causa de falsa adoração. Os filhos de Aarão, Nadabe e Abiú, foram fulminados e caíram mortos, por causa de oferecer “fogo não autorizado perante o SENHOR, contrário ao seu mandamento” (Lv 10.1). Jeroboão, o primeiro rei do reino norte de Israel, e seus herdeiros foram consistentemente criticados como idólatras por causa das imagens e dos falsos templos e cultos dedicados ao Senhor. O povo de Deus foi censurado nestas ocasiões, não porque adoraram falsos deuses, mas porque adoraram o verdadeiro Deus falsamente. O Novo Testamento também adverte contra agradar a nós mesmos com a falsa adoração. Paulo escreveu ao Colossenses condenando suas novidades e experiências como “adoração auto-imposta” (Cl 2.23). Jesus advertiu contra permitir que tradições dominem e subvertam a Palavra de Deus: “E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus” (Mt 15.6). Jesus não estava falando sobre adoração quando ele fez esta declaração, mas então ele usou Isaías 29.13, que é sobre adoração, para confirmar suas palavras: “Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim. Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens” (vv. 8-9). Ele estava dizendo que o nosso culto a Deus, seja na vida em geral ou na adoração coorporativa, não deve ser determinada pela tradição, mas deve seguir o ensinamento de Deus na Bíblia. Paulo especificamente advertiu os Coríntios contra a falsa adoração na forma que eles estava administrando a Ceia do Senhor. Os pecados e os erros que infectavam sua adoração levaram Paulo a acusá-los de destruir este sacramento: “De sorte que, quando vos ajuntais num lugar, não é para comer a ceia do Senhor” (1Co 11.20). De fato, Deus se preocupa tanto sobre a adoração que Paulo registra que Deus visitou os Coríntios com julgamento por causa dos seus abusos na adoração, relacionados a este sacramento: “Por causa disto há entre vós muitos fracos e enfermos, e muitos que dormem”. A Bíblia nos lembra que nem nossos instintos, nem nossas tradições e nem nossas experiências são guias confiáveis para a adoração. A própria Bíblia é nosso único guia confiável. Uma das ironias do nosso tempo é que muitos cristãos que afirmam a inerrância da Bíblia não a estudam realmente para descobrir o que ela diz sobre adoração. Nós devemos examinar as Escrituras para encontrar a vontade de Deus para nos guiar em nossa adoração. A Declaração de Cambridge faz a seguinte declaração: “Somente a Bíblia ensina o que é necessário para nossa salvação do pecado e qual é o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser medido”.[c]
2. A resposta divina ao sincretismo. A Bíbia de Estudo Shedd apresenta a seguinte nota textual: “Este ato de matar ofenderia sensibilidade do homem moderno, pois que já estamos na era da graça de Cristo; mas para aquele povo, naquela situação histórica se justificava por vários motivos: 1) Vingava a morte dos profetas do Senhor; 2) Era o cumprimento do julgamento do Senhor contra os falsos profetas em Israel (Dt 13. 1-5); 3) Era uma guerra autêntica, dos servos de Baal contra o Senhor e seus seguidores (Bíblia de Estudo Shedd, pp 515).” Israel era uma teocracia, uma sociedade fundada e contida sob Deus. Deuteronômio 13.1-5 determina a execução dos falsos profetas. Deuteronômio 13.13-18; 17.2-7 prescreve a morte de qualquer um que abrace a idolatria ou incite outros a se tornarem idólatras.
 CONCLUSÃO
 
Elias demonstrou ser um homem de fé ao lançar o desafio contra os profetas de Baal, e além disso, convocando o povo para uma demonstração que revelaria quem era o mais poderoso: YAHWEH ou Baal Melkart. E se Deus não mandar fogo? – poderia titubear Elias… Todos ali aprenderam às custas do estado que Baal era o deus que respondia com fogo! Simbolizava as forças produtivas da natureza! Ainda mais, o desafio seria no monte Carmelo, local onde o culto a Baal e Aserá era mais forte. Não na visão de um homem que vive pela fé como Elias; Carmelo era o lugar ideal para confrontar os baalins e mostrar a superioridade de YAHWEH, o Soberano de Israel sobre todos os ídolos humanos. Sabemos pelo relato bíblico que Deus havia preservado alguns verdadeiros adoradores, mas a grande massa estava totalmente propensa à adoração falsa. A nação que sempre fora identificada pelo nome do Deus a quem servia, estava agora perdendo essa identidade. Muitas pessoas em nossos dias precisam responder à mesma pergunta que Elias fez no Monte Carmelo. Muitos estão coxeando,quer por falta de ensino bíblico consistente, quer por negligência, ou outro qualquer motivo. Elias nos legou o exemplo de como devemos lidar com o pecado: mostrou que essa mazela deve ser tratada como convém e que a decisão de extirpá-la deve ser tomada com firmeza. Não é de mais dizer ainda, que essa luta continua hoje, muita coisa em nosso meio necessita ser levada ao vale de Querite para ser estirpada com firmeza! A falsa adoração, falsa piedade cristã e pseudo-profetas devem ser alvos de uma igreja triunfante que levanta a sua voz a fim de que a verdadeira adoração prevaleça. N’Ele, que me garante: “Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus” (Ef 2.8)
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