Subsidio Doutrinario Para Escola Biblica Dominical Pela Cpad


LIÇÕES BÍBLICAS - 3º TRIMESTRE DE 2012

LIÇÃO 2

introdução
Nessa lição, veremos que pessoas santas e fiéis ao Senhor padeceram por causa de doenças e enfermidades, mas pela fé receberam forças para vencer o sofrimento. Nós, os pentecostais, pregamos insistentemente que Jesus continua curando hoje. Cremos que Deus cura ainda hoje em resposta às nossas orações. Qual é o crente não foi alvo de uma cura? Ou que não ouviu testemunhos de crentes que estiveram doentes e foram curadas?. Contudo, sabemos que apesar de todas as orações, pedidos e súplicas que possamos fazer a Deus quando ficamos doentes, é um fato inegável que muitos continuam doentes e até enfrentam a morte. Há um ensino nefasto impregnado em nosso meio que afirma que o crente fiel está livre das enfermidades, pois, dizem eles, Cristo já levou todas as nossas enfermidades e que se alguém enfermar, isso é fruto de algum pecado não confessado ou até mesmo uma seta maligna. Para muitos crentes, aqueles que adoecem e não são curados é porque lhes falta fé em Deus. Não é verdade que todos os que se encontram enfrentando doenças — sem exceção — estão nesse estado porque pecaram contra Deus, ficaram vulneráveis aos demônios ou não têm fé suficiente para conseguir a cura. É justamente por desconhecer o que a Palavra de Deus realmente ensina acerca disso que muitos evangélicos que enfrentam enfermidades, entram numa crise de fé e alguns até, decepcionados com a “não cura” ou com a morte, passam a não crer mais em nada e abandonam a fé. Outros, ainda, podem até permanecer, mas marcados pela dúvida e incerteza. Hoje, o nobre comentarista da lição nos leva a entender o que a Bíblia nos ensina: mesmo homens de fé podem enfrentar enfermidades! 
I. A ORIGEM DAS ENFERMIDADES
1. A queda e as enfermidades. A Bíblia possui muitos exemplos de homens de fé que, embora fies ao Senhor, ficaram doentes ou até enfrentaram a morte em virtude dessas enfermidades. O profeta Eliseu padeceu de uma enfermidade que o levou a morte: “E Eliseu estava doente da enfermidade de que morreu…” (2Rs 13.14); Timóteo, discípulo de Paulo, foi recomendado a usar um remédio caseiro para minorar seu problema estomacal e enfermidades frequentes: “Não bebas mais água só, mas usa de um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas frequentes enfermidades.” (1Tm 5.23); Paulo, ao fim de seu ministério, fala acerca da enfermidade de um amigo que ele mesmo não conseguiu curar: “Erasto ficou em Corinto, e deixei Trófimo doente em Mileto.” (2Tm 4.20); Paulo mesmo padeceu sob enfermidade designada por ele como “espinho na carne”. Não é o caso indagarmos se estes homens oraram e suplicaram e Deus não os atendeu. Paulo mesmo afirma que sobre isto orou mas continuou a padecer do seu mal (2Co 12.7-9). Também podemos mencionar Epafrodito, que ficou gravemente doente quando visitou o apóstolo Paulo: “… [Epafrodito] esteve doente, e quase à morte; mas Deus se apiedou dele, e não somente dele, mas também de mim, para que eu não tivesse tristeza sobre tristeza.” (Fp 2.26-27). Ainda poderíamos elencar o caso Isaque, que sofria da vista quando envelheceu, a ponto de não saber distinguir entre Jacó e Esaú: “…como Isaque envelheceu, e os seus olhos se escureceram, de maneira que não podia ver ….” (Gn 27.1). Esses e outros exemplos mostram que homens de Deus, fiéis e santos, foram vitimados por enfermidades. As enfermidades são consequência direta do rompimento da relação entre Deus e o homem caído, embora isso não signifique que toda vez que uma pessoa adoece é porque está em pecado. As enfermidades podem ser originadas das seguintes causas: O pecado original – Rm 5.12; O pecado pessoal não confessado – Tg 5.14-16; Jo 5.14; 1Co 11.30; Sl 32 e 38; Ingerência de Satanás – Jó 1 e 2; Lc 13; Desobediência aos mandamentos de Deus – Ex 15.26; Dt 28); Inobservância das leis naturais de Deus – higiene, cuidado com o corpo, alimentos, sono, etc; Problemas naturais – Catástrofes, acidentes, terremotos, enchentes; Epidemias – dengue, etc; Vícios e vida desregrada – álcool, fumo, drogas, sexo irresponsável, ansiedade; Castigo de Deus – Dt 28; Manifestar a glória de Deus – João 9 e 11.
2. Provados pelas enfermidades. Sabemos que Deus pode fazer o mal transformar em bem para cumprir os seus propósitos (Jo 9; 11; 1Sm 1.5,6; Rm 8.28) e cremos que Ele pode utilizar as enfermidades, que são em si mesmas um mal, para trazer uma lição para nós. ‘E na enfermidade que o homem lembra-se que é pó, quando a maioria de nós vive como se não fosse morrer. Muitos crentes estão vivendo como se a terra fosse o seu lar eterno. Planejam e projetam para o futuro, como o rico insensato como se tivessem uma apólice vitalícia de vida e nunca tivessem que prestar contas. Uma doença grave, às vezes, faz muito para que este engano seja desfeito. “Põe em ordem a tua casa, porque morrerás e não viverás” (2Rs 20.1). As enfermidades nos condiciona a certas obrigações que deveriam ser uma constante em nossa vida crista: necessidade de viver constantemente preparado para encontrar-se com Deus; necessidade de viver constantemente em prontidão para suportá-la com paciência; e necessidade de constante prontidão para ajudar os nossos semelhantes a enfrentarem a doença.
3. Enfermidades de origem maligna. As enfermidades podem ter como origem a Ingerência de Satanás (Jó 1 e 2; Lc 13), lembrando que, agora somos filhos de Deus e que o inimigo não possui autoridade para nos tocar (1Jo 3.2). O maligno, com todas as suas forças, artimanhas e maldade, pode atingir os nossos corpos, como atingiu Jó, mas nunca poderá vencer aos novamente nascidos (1Jo 5.18). Jamais poderá tocar na alma (Mt 10.28) dos escolhidos e salvos.É Deus quem nos guarda! Lembremo-nos, irmãos, que o Diabo, inimigo das nossas almas, pode tentar-nos, provar-nos, mas nunca acima daquilo que podemos suportar (1Co 10.13).
II. AS DOENÇAS DA VIDA MODERNA
1. Depressão.Depressão é a tristeza quando não acaba mais. É uma doença que ataca tão subrepticiamente, que a maioria dos que sofrem dela nem percebem que estão doentes. De cada dez pessoas que procuram o médico, pelo menos uma preenche os requisitos para o diagnóstico de depressão.
Do início insidioso, a depressão evolui continuamente para quadros que variam de intensidade e duração. Nos casos mais simples, a pessoa pode curar-se por conta própria em duas a quatro semanas. Passado esse período sem haver melhora, os especialistas recomendam atenção e tratamento, porque a depressão prolongada pode levar a suicídio e mortes por causas naturais.Para ajudá-lo a identificar os sintomas da depressão acompanhe o algoritmo abaixo, retirado da quarta edição do “Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-IV):
1) Durante o último mês, você esteve frequentemente chateado por se sentir deprimido e desesperançado? 2)Durante o último mês você esteve frequentemente chateado por sentir falta de interesse nas atividades?
Sim Não Sim Não

Se a resposta foi não a ambas as perguntas, é pouco provável que você tenha depressão. Mas, se uma das respostas foi sim, esteja atento a outros sintomas da doença.

O diagnóstico de depressão requer a presença de cinco ou mais dos seguintes sintomas que incluam obrigatoriamente espírito deprimido ou anedônia, durante pelo menos duas semanas, provocando distúrbios e prejuízos na área social, familiar, ocupacional e outros campos da atividade diária.

1) Estado deprimido: sentir-se deprimido a maior parte do tempo, quase todos os dias;

2) Anedônia: interesse ou prazer diminuído para realizar a maioria das atividades;

3) Alteração de peso: perda ou ganho de peso não intencional;

4) Distúrbio de sono: insônia ou hipersônia praticamente diárias;

5) Problemas psicomotores: agitação ou apatia psicomotora, quase todos os dias;

6) Falta de energia: fadiga ou perda de energia, diariamente;

7) Culpa excessiva: sentimento permanente de culpa e inutilidade;

8) Dificuldade de concentração: habilidade frequentemente diminuída para pensar ou concentrar-se;

9) Idéias suicidas: pensamentos recorrentes de suicídio ou morte.

De acordo com o número de itens respondidos afirmativamente, o estado depressivo pode ser classificado em três grupos:

1) Depressão menor: 2 a 4 sintomas por duas ou mais semanas, incluindo estado deprimido ou anedônia;

2) Distimia: 3 ou 4 sintomas, incluindo estado deprimido, durante dois anos, no mínimo;

3) Depressão maior: 5 ou mais sintomas por duas semanas ou mais, incluindo estado deprimido ou anedônia.

É comum as pessoas confundirem depressão com tristeza. Contudo, existe uma grande diferença. A medicina psicossomática vê o homem como uma unidade que sente e sofre de maneira global – Nós somos um ser integral( Lc 2.52): somático, social, intelectual e espiritual. Sentir-se abatido de tempos em tempos é algo normal que faz parte da vida. Mas quando o vazio e o desespero tomam conta da vida, tornando-se permanente, afetando a motivação e o sentido da vida, talvez seja depressão. Quando se está deprimido, as coisas parecem inúteis, sem sentido. O crente não está livre de senti-se e passar por altos e baixos no humor. A tristeza é uma reação normal às situações de vida, tais como lutas, perdas, derrotas e decepções. Apesar de muitas pessoas usarem o termo “depressão” para explicar estes tipos de sentimentos, a depressão é muito mais do que tristeza. A depressão pode ser descrita como “viver num buraco negro” ou ter um sentimento de desgraça constante. Seja qual for o sintoma, a depressão é diferente da tristeza normal ou da simples desmotivação, na medida em que anula o seu dia-a-dia, interferindo com a sua capacidade de trabalhar, estudar, comer, dormir e divertir-se. Os sentimentos de desamparo, desesperança, inutilidade são intensos e implacáveis, com pouco ou nenhuma alívio.
2. Síndrome do pânico.A síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade no qual ocorrem ataques repetidos de medo intenso de que algo ruim aconteça de forma inesperada.
Causas:A causa é desconhecida A genética pode ser um fator determinante. Pesquisas indicam que, se um gêmeo idêntico tem síndrome do pânico, o outro gêmeo também desenvolverá o problema em 40% das vezes. No entanto, a síndrome do pânico em geral ocorre sem que haja nenhum histórico familiar.
A síndrome do pânico é duas vezes mais comum em mulheres do que em homens. Os sintomas normalmente começam antes dos 25 anos, mas podem ocorrer depois dos 30. Embora a síndrome do pânico ocorra em crianças, ela normalmente não é diagnosticada até que as crianças sejam mais velhas.
A síndrome do pânico é uma condição mental que faz com que o indivíduo tenha ataques de pânico esporádicos, intensos e muitas vezes recorrentes. Pode ser controlado com medicação e psicoterapia. É importante ressaltar que um ataque de pânico pode não constituir doença (se isolado) ou ser secundário a outro transtorno mental. É um tipo de transtorno de ansiedade no qual ocorrem ataques repetidos de medo intenso de que algo ruim aconteça de forma inesperada.Qualquer tipo de pressão é vencida quando tudo é relatado ao Senhor em oração (Fp 4.6).
3. As doenças psicossomáticas.(O termo “doença psicossomática” é bastante utilizado quando uma doença física ou não, tem seu princípio na mente. O que leva os pacientes de vários hospitais a uma consulta em conjunto com um psicólogo, psicoterapeuta ou psicanalista.Essa conduta, que pode partir dos médicos que acompanham o caso, gera muitas dúvidas ao paciente. “Como algo é psicológico se dói no corpo?” O fato de que uma pessoa tenha uma doença psicossomática não significa que a dor e a enfermidade não existem. Pelo contrário, o corpo realmente está em sofrimento, com dores, feridas, descontroles e descompensações orgânicas, que inclusive são até dificilmente controladas com medicamentos e os recursos da medicina tradicional.As doenças psicossomáticas podem se manifestar em diversos sistemas que constituem nosso corpo, como por exemplo: gastrointestinal (úlcera, gastrite, retocolite); respiratório (asma, bronquite); cardiovascular (hipertensão, taquicardia, angina); dermatológico (vitiligo, psoríase, dermatite, herpes, urticária, eczema); endócrino e metabólico (diabetes); nervoso (enxaqueca, vertigens); das articulações (artrite, artrose, tendinite, reumatismos).

É comum, nos casos de doenças psicossomáticas, que o paciente enfrente dificuldades no diagnóstico e até insucesso dos tratamentos propostos, gerando uma passagem por vários médicos especialistas em busca da cura ou alívio.

O diferencial mais importante para se considerar uma doença como psicossomática é entender que a causa principal desta descompensação física que aparece no corpo, está dentro do emocional da pessoa, ligada, portanto à sua mente, aos seus sentimentos, à sua afetividade. E esta variável emocional se torna importante tanto no desencadeamento de um episódio, de uma crise, quanto no aumento e/ou manutenção do sintoma, conforme cada pessoa.

A mente e o corpo formam um sistema único e os mecanismos inconscientes são muito presentes nesta ligação. Por isso é comum a sensação inicial de que os sintomas “vieram de repente”, “ou não existir nenhum motivo para que os sintomas aparecessem”. É difícil para um paciente com gastrite identificar quais podem ter sido as causas emocionais de desencadeamento de uma nova crise. A ansiedade e a irritabilidade são sentimentos comuns nos quadros psicossomáticos, e há uma tendência a identificar e culpabilizar eventos externos pelo problema, aumentando a sensação de impotência diante das dificuldades.

É importante deixar claro que o corpo também deve ser cuidado com os tratamentos adequados (A pessoa com gastrite deve procurar o médico e realizar exames solicitados, tomar os remédios prescritos, fazer uma dieta alimentar caso seja indicada). O aconselhável é um atendimento psicológico associado, que possibilite auxiliar o sujeito a nomear os sofrimentos que vivencia, para além do real do seu corpo. A importância deste tipo de abordagem nos transtornos psicossomáticos também se deve ao fato romper uma possível evolução crônica do problema, que limite progressivamente a vida social e emocional da pessoa.)

As doenças psicossomáticas são provocadas por distúrbios emocionais, como estresse, depressão e descontroles dos processos mentais. Essas doenças se diferem das doenças orgânicas. Estes problemas emocionais são responsáveis pelo desenvolvimento de sintomas que provocam danos no corpo humano como, diarreia, herpes, enxaqueca, reumatismo, úlcera, etc. O nosso corpo expressa as emoções através de algumas manifestações físicas como calor, dores de barriga, travamento dos dentes, etc. As doenças psicossomáticas podem se desenvolver, tornando-se uma doença grave, qualquer pessoa pode ter esta doença. A mente e o corpo formam um sistema único e os mecanismos inconscientes são muito presentes nesta ligação. Por isso é comum a sensação inicial de que os sintomas “vieram de repente”, “ou não existir nenhum motivo para que os sintomas aparecessem”. É difícil para um paciente com gastrite identificar quais podem ter sido as causas emocionais de desencadeamento de uma nova crise. A ansiedade e a irritabilidade são sentimentos comuns nos quadros psicossomáticos, e há uma tendência a identificar e culpabilizar eventos externos pelo problema, aumentando a sensação de impotência diante das dificuldades[3]. Orar e meditar na Palavra de Deus também é uma forma eficiente de cuidado com a saúde (Pv 4.20-22).
 
III. O QUE FAZER DIANTE DA DOR E SOFRIMENTO
1. Não culpar ou questionar a Deus. O homem foi criado para gozar a felicidade. Ninguém gosta de tristeza, de sofrimento, de dor. Contudo, é útil meditarmos sobre nossa atitude diante do sofrimento e da dor, entender que o sofrimento está presente no mundo em múltiplas formas e manifestações, e que não podemos fugir dele de forma alguma. O que fazer diante das pessoas que sofrem, e como reagir diante do nosso próprio sofrimento? Se Deus não deseja que o homem sofra, por que permite o sofrimento? São perguntas que, provavelmente, nunca terão uma resposta que nos deixe totalmente satisfeitos. A Bíblia nos diz que o sofrimento é uma realidade da existência que começou a existir no Universo por causa do pecado (Gn 3.16-18). A palavra hebraica traduzida por dor nessa passagem é ‘itstsebõn, uma forma do verbo ‘ãtsav, que quer dizer “lesar”, “perturbar” e “afligir”. O termo refere-se tanto à dor física quanto à emocional. Deus criou o mundo perfeito, mas o pecado provocou desordem – “De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um do seus próprios pecados” (Lm 3.39).
2. Confiar em meio à dor. “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo […] (Sl 23.4 — ARA)”. O Salmo 91 fala que Deus promete nos guardar, mas Jesus também disse, citando Deuteronômio 6.16, que não devemos tentar a Deus (Mt 4.7). O simples fato de estarmos no mundo faz com que estejamos sujeitos a sofrimentos. Portanto, devemos ser precavidos. O fato de sermos crentes em Cristo não nos torna, por exemplo, imunes a todas as consequências de nossos erros. Não podemos quebrar deliberadamente leis naturais, flertarmos constantemente com o perigo, dar ocasião ao mal e acharmos que Deus é obrigado a nos livrar de todos os males decorrentes dessa nossa atitude.
3. A espera de um milagre. É bom lembrar que há sofrimentos em nossa vida que são permitidos por Deus para que sejamos de alguma forma, amadurecidos. Não que sejam resultados de pecados ou negligência nossa, mas foram permitidos por Deus para um fim proveitoso. Jesus ensinou acerca de deficiências para a glória de Deus. Isto é, deficiências que não foram provocadas por atitudes nossas ou de alguém, mas permitidas por Deus para moldar o nosso caráter ou para depois serem debeladas pelo poder divino com o objetivo de produzir acréscimo de fé nas pessoas, principalmente em quem recebe a cura (Jo 9.1-3). Portanto, a partir dessas verdades, passamos a ter uma visão correta sobre Deus e a vida em meio ao sofrimento, e a lidar diferentemente com as nossas dores. O homem sem Deus desconhece o seu futuro, mas o crente tem a certeza da vida eterna e sabe que o Todo-Poderoso jamais nos deixará: “O Senhor conhece os dias dos retos, e a sua herança permanecerá para sempre” (Sl 37.18). Deus é soberano e sabe o que faz. Se Ele permite que algumas tragédias aconteçam, há uma razão para isso. Confiemos em Seu amor, em Sua justiça e em Sua sabedoria.

 CONCLUSÃO

É normal alguém se precipitar e afirmar que um crente pode estar sofrendo uma adversidade intensa específica ou passar por alguma morte trágica devido a algum pecado não confessado – assim como os “amigos” de Jó. O Mestre amado ensina-nos que não nos compete julgar se foi castigo de Deus ou não. Deus realmente pesa sua mão para punir o pecador impenitente, disso podemos elencar vários exemplos no Antigo e no Novo Testamentos que o comprovam. Não obstante isso, não está em nossa esfera fazer esse tipo de julgamento. O que cabe a nós hoje, é nos compadecer pelos que se encontram em sofrimento. A Bíblia inclusive afirma que “aquele que se alegrar na calamidade não ficará impune” (Pv 17.5). É conveniente, anda, salientar que uma das características bíblicas dos verdadeiros servos de Deus é “chorar com os que choram”.

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